Os 10 formatos de imagem que precisa de conhecer

As imagens não têm todas os mesmos formatos. Há vários e cada um deles é adequado para situações diferentes, desde as fotografias que vai querer imprimir, até aos ficheiros que são melhores para editar a nível vetorial. Conheça os 10 formatos de imagem mais usados.

Sabe qual é o formato no qual capta fotografias com a sua câmara fotográfica digital? Gostaria de compreender por que é que a imagem que o seu amigo lhe enviou por e-mail não abre no seu computador?

Nem todos os tipos de ficheiros podem ser visualizados sem um programa específico. Por outro lado, pode estar a usar imagens com qualidade a mais do que o necessário, o que resulta em memória cheia rapidamente, e terá mais dificuldade em guardar tudo o que precisa na sua pen drive ou disco externo. Se as imagens dos sites forem muito pesadas, também vão demorar demasiado tempo a carregar.

Há vários formatos de imagem e deve conhecer pelo menos os mais usados, uma vez que é mais provável que tenha de lidar com estes nalguma altura.

 

10 formatos de imagem mais usados

[su_dropcap class=”dropcap”]1[/su_dropcap] RAW

Os ficheiros RAW são processados diretamente do sensor da câmara fotográfica. Assim, todos os elementos da foto são capturados sem qualquer processamento, nem perda de detalhes visuais, o que resulta em imagens de muito elevada qualidade.

Há mais cores e melhor representação do balanço de brancos, contraste, exposição e outros elementos neste formato de imagem.

Algumas marcas criaram os seus próprios formatos dentro do universo RAW, atribuindo-lhes outras designações, como CRW — formato criado pela Canon para as fotos captadas pelos seus equipamentos — e NEF — da Nikon —, para exemplificar.

A elevada qualidade destes ficheiros torna-os pesados, o que significa que ocupam mais memória, tornando-os pouco úteis em casos onde é necessário ter muitas imagens. Além disso, não há ampla adoção de um formato RAW padrão, como tal, pode ser necessário software especializado para abrir estes ficheiros.

[su_dropcap class=”dropcap”]2[/su_dropcap] DNG

DNG é um formato sem perdas semelhante ao RAW. No entanto, ao contrário do RAW, que tem características específicas que podem variar consoante a marca do equipamento fotográfico, o DNG é um formato genérico compatível, criado pela Adobe. Ou seja, qualquer software que possa ler ou converter este formato pode ser usado.

A conversão de RAW em DNG é recomendada, uma vez que dessa forma diminuirá significativamente o tamanho das imagens, facilitando o download, o upload ou o envio por e-mail das mesmas. Aliás, os ficheiros DNG têm um tamanho 15 a 20% menor que os RAW, sem perda de qualidade.

[su_dropcap class=”dropcap”]3[/su_dropcap] JPEG ou JPG

O tipo de ficheiro de comum mais comum é, sem dúvida, o JPEG ou JPG. Usado pela maioria das câmaras digitais como formato padrão, o JPEG pode ser usado online, em documentos do Microsoft Office ou para impressões de alta resolução.

Dito isto, os JPEGs são conhecidos pela sua compactação “com perdas”, o que significa que a qualidade da imagem diminui à medida que o tamanho do ficheiro diminui também. Há perdas de detalhes de forma a economizar espaço, mas, regra geral, não são detalhes detetáveis a olho nu, pelo que a compactação é suficiente para fornecer uma imagem de qualidade razoavelmente alta sem se preocupar muito com o tamanho do ficheiro.

[su_dropcap class=”dropcap”]4[/su_dropcap] PNG

PNG é um formato popular usado por fotógrafos e designers gráficos devido ao facto deste formato suportar compactação de dados sem perdas, o que significa que pode editá-los e não perder qualidade, apesar de por definição terem baixa resolução. Os PNGs são particularmente indicados para documentos interativos, como páginas da web, mas não são adequados para impressão, por exemplo.

A razão pela qual os PNGs são usados na maioria dos projetos online deve-se à possibilidade de poder guardar a imagem com mais cores num plano de fundo transparente (geralmente representado por um tabuleiro de xadrez branco e cinza). Isso cria uma imagem muito mais nítida e com qualidade. Esse recurso também permite uma edição de imagens mais eficiente.

Há compactação de dados envolvida, o que permite manter uma imagem de alta qualidade. No entanto, o tamanho, embora compactado, ainda é mais do que uma imagem JPEG.

[su_dropcap class=”dropcap”]5[/su_dropcap] GIF

As imagens em movimento que todos adoramos usar como reação nas redes sociais — não são vídeos — são em formato GIF.

É ótimo para gráficos e visuais com animação. Web designers e artistas gráficos também costumam usá-los para criar obras de arte de linhas afiadas, como logótipos e banners simples. A compactação extrema de dados diminui consideravelmente o tamanho dos ficheiros GIF, permitindo que sejam carregados rapidamente na web.

[su_dropcap class=”dropcap”]6[/su_dropcap] TIFF

Conhecido por “compactação sem perdas”, quando usa ficheiros TIFF consegue manter a qualidade da imagem original, independentemente da frequência com que copie, guarde ou compacte o ficheiro original.

Evite o uso deste tipo de ficheiros online: podem demorar bastante para carregar, pois são consideravelmente pesados em tamanho. Pelo contrário, são bons para fotografias para impressão, por exemplo.

O TIFF também é suportado por vários programas de edição de fotos, como Photoshop, Lightroom, Illustrator, Photomatix, Google Nik, entre outros.

[su_dropcap class=”dropcap”]7[/su_dropcap] PDF

Os PDFs foram inventados pela Adobe com o objetivo de capturar e permitir o acesso a informação em qualquer programa, computador, com qualquer pessoa, em qualquer lugar. Este é o mais “democrático” de todos os formatos.

Se um designer guardar um logótipo de vetor em formato PDF, poderá visualizá-lo sem nenhum software de edição de design (desde que tenha o software Acrobat Reader gratuito), e poderá usar esse ficheiro para fazer mais manipulações quando bem entender.

Esta é de longe a melhor ferramenta universal para partilhar dados, seja em texto ou em imagem, o PDF não faz distinção e é muito provável que a pessoa que os recebe consiga aceder, como já foi referido.

[su_dropcap class=”dropcap”]8[/su_dropcap] PSD

PSDs são ficheiros criados e guardados através do programa Adobe Photoshop, o software de edição de gráficos mais popular de todos os tempos. Esse tipo contém “camadas” que facilitam muito a modificação da imagem.

[su_dropcap class=”dropcap”]9[/su_dropcap] AI

A IA é, de longe, o formato de imagem preferido pelos designers e o tipo de formato de ficheiro mais fiável para o uso de imagens em todos os tipos de projetos, desde os presentes online, até àqueles que precisam de ser impressos.

O Illustrator produz arte vetorial, o tipo de ficheiro mais fácil de manipular. É, de longe, a melhor ferramenta no arsenal de qualquer designer.

[su_dropcap class=”dropcap”]10[/su_dropcap] INDD

INDDs são os ficheiros criados e guardados através do programa Adobe Indesign. Este software é comummente usado para criar publicações maiores, como jornais, revistas e eBooks.

Os ficheiros do Adobe Photoshop e do Illustrator podem ser combinados no Indesign para produzir designs ricos em conteúdo que apresentam tipografia avançada, gráficos incorporados, conteúdo da página, informações de formatação e outras opções sofisticadas relacionadas ao layout.

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