Coronavírus: SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19, visto ao microscópio electrónico
Coronavírus: SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19, visto ao microscópio electrónico

Coronavírus: Desinfete os equipamentos e mantenha-se seguro

Coronavírus: SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19, visto ao microscópio electrónico
Coronavírus: SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19, visto ao microscópio electrónico

Limpar e higienizar os equipamentos nos quais toca com frequência é fundamental para se manter saudável e evitar contágio do Coronavírus. Saiba como desinfetar devidamente o seu smartphone, tablet ou qualquer outro aparelho electrónico.  

Os dispositivos que possuem ecrãs táteis necessitam de ser higienizados com regularidade, uma vez que a contaminação de superfícies é uma das formas de transmissão da Covid-19. Os displays onde manuseamos dezenas ou centenas de vezes ao dia são a parte mais sujeita à sujidade e, consequentemente, à contaminação por vírus ou bactérias.

Neste cenário atual, prevenção é a palavra do dia, sem entrar em alarmismos. Assim sendo, os profissionais de saúde aconselham a população a evitar tocar no rosto e lavar regularmente as mãos com água e sabão, que é bastante eficaz.

No entanto, o telemóvel é algo que temos, inevitavelmente, de colocar junto ao ouvido. Se o telemóvel tiver bactérias ou vírus, este gesto de o levar à orelha pode ser fonte de transmissão. Para eliminar a possibilidade de transmissão da infeção, saiba como higienizar os seus aparelhos.

 

Como limpar ecrãs táteis para prevenir o Coronavírus?

Há vários produtos para desinfetar, mas nem todos podem ser usados. O álcool etílico tradicional, por exemplo, é ótimo para usar nas suas mãos, péssimo para aplicar nos aparelhos: pode danificá-los profundamente. O álcool gel também não é indicado, muito menos limpa-vidros, acetona, desinfetante, detergente ou sabão em pó. Nunca pulverize o telefone diretamente com um produto.

A maioria dos smartphones possui uma cobertura que repele os óleos e que é usada para manter o ecrã limpo. É desta forma que evita as “dedadas”, por exemplo. Esta camada protetora pode ser danificada por produtos químicos agressivos.

Um pano húmido, um pano de microfibra, toalhetes desinfetantes ou, ainda melhor, álcool isopropílico são soluções adequadas. Use uma mistura de 60% de água e 40% de álcool. 

Comece por desligar o aparelho. Depois passe uma das soluções de limpeza já referidas à sua escolha por toda a parte exterior do mesmo. Utilize movimentos firmes (sem força em exagero) e circulares até que a sujidade seja completamente eliminada. No fim, deixe o aparelho a apanhar ar durante alguns minutos antes de o voltar a usar.

Estas instruções também são válidas para películas protetoras e para complementar a higienização pode ainda utilizar um cotonete para retirar resíduos nas entradas USB e de áudio, além dos microfones e saídas de som.

 

Outras dicas e boas-práticas

Esta é uma boa altura para desenvolver hábitos relacionados com a tecnologia mais propícios e saudáveis, como forma de prevenção presente e futura.

Optar por realizar chamadas em alta-voz e a utilização dos assistentes como a Siri, a Cortana ou o Google Assistant podem ser uma boa escolha para este período de contingência. Também pode usar auriculares.

Não se esqueça de limpar e higienizar os acessórios dos seus equipamentos, como auriculares, capas e outros. Não empreste o seu smartphone a outras pessoas.

Para prevenir a contaminação do Coronavírus aconselhamos a que realize este tipo de desinfeção pelo menos uma vez por dia.

 

O que é o Coronovírus?

COVID-19 é o nome oficial, atribuído pela Organização Mundial da Saúde, à doença provocada por um novo coronavírus, o SARS-COV-2, que pode causar infeção respiratória grave como a pneumonia.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, OMS, os sinais mais comuns de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, são semelhantes aos de uma gripe: febre, cansaço, tosse seca e falta de ar (dificuldade respiratória).

Alguns doentes têm dores musculares, congestão nasal ou pingo no nariz, garganta inflamada e diarreia. Estes sintomas são geralmente leves e começam gradualmente. Em casos mais graves pode evoluir para pneumonia grave com insuficiência respiratória aguda, falência renal e, até mesmo, levar à morte.

Nesta fase, é importante saber se o doente esteve numa área com muitos casos ou se contactou com uma pessoa infetada para fazer o diagnóstico.

O período de incubação estimado da COVID-19, até ao aparecimento de sintomas, é de entre 2 e 14 dias, segundo as última informações publicadas.

Os antibióticos não resultam contra vírus, apenas atuam contra bactérias. A COVID-19 é uma doença provocada por um vírus, pelo que os antibióticos não devem ser usados para a sua prevenção ou tratamento. Não têm resultados e podem contribuir para o aumento das resistências a antibióticos.

Como se transmite?

A COVID-19 pode transmitir-se por gotículas respiratórias, contacto direto com secreções infetadas, aerossóis em alguns procedimentos terapêuticos (por exemplo nebulizações).

A Direção-Geral de Saúde (DGS) recomenda o reforço das medidas de segurança, tais como tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir, utilizar um lenço de papel ou o braço e deitar o lenço de papel no lixo.

A DGS recomenda ainda que se lave frequentemente as mãos com água e sabão ou com uma solução de base alcoólica e evitar contacto próximo com doentes com infeções respiratórias.

Como agir em caso de suspeita

Em Portugal, quem suspeitar estar infetado ou tiver sintomas – em particular febre, dores no corpo e cansaço – deve contactar a linha SNS24 através do número 808 24 24 24 para ser direcionado pelos profissionais de saúde.

A DGS pede que quem tiver sintomas não se dirija aos serviços de urgência, devendo manter-se em isolamento preventivo em casa.

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